
Os primeiros meses do filho número 1 foram meio traumatizantes. Cólicas, choros (alguém poderia criar um livro sobre os muitos tipos de choros e seus significados), comentários dispensáveis, umbigo cicatrizando, o leite que não "desce", noites mal dormidas e o novo corpo da mamãe em forma de massa de pão.
Maternidade? É uma delícia e eu não trocaria por nada. Mas tudo tem dois lados.
O segundo filho? A gente tira de letra.
Só para lembrar, esse texto foi escrito há cinco anos, no auge da minha primeira experiência.
VIDA DE CASADO COM FILHO – PARTE 2
O bebê dormiu.
Entre fraldas, chupetas, mamadas e choros quase esqueço que sou mulher, amante, namorada.
Meu cheiro bom de fragância cítrica, foi substituído por um leve odor de leite. Azedo.
Vivia sempre arrumada, aprumada, maquiada. Quando olho no espelho me vejo despenteada. Ainda estou de camisola.
E, nesses poucos momentos em que o bebê adormece não sei o que faço primeiro. Há tantas coisas para colocar em dia. Ler um livro, cuidar do cabelo, escutar Diana Krall, assistir a quinta temporada de Sex in the City. Fico perdida.
Porque ser mãe requer uma dose extra de energia. Requer também recursos internos suficientes para organização, auto-ajuda e auto-terapia (será que existe isso?).
Amigas? Ligo quando der. Marido? Hum... Juro que achei tê-lo visto a semana passada. Ou melhor, ontem. Para trocar as fraldas. Eu mesma? Ah... deixa para lá.
Sem tempo, sem vaidade, sem limites à própria vida.
Este tal ser mãe me tira do prumo. Bagunça as prioridades.
Pois é. Agora que sobrou um tempinho, a única coisa que consigo fazer... é ficar olhando para o anjinho.
Maternidade? É uma delícia e eu não trocaria por nada. Mas tudo tem dois lados.
O segundo filho? A gente tira de letra.
Só para lembrar, esse texto foi escrito há cinco anos, no auge da minha primeira experiência.
VIDA DE CASADO COM FILHO – PARTE 2
O bebê dormiu.
Entre fraldas, chupetas, mamadas e choros quase esqueço que sou mulher, amante, namorada.
Meu cheiro bom de fragância cítrica, foi substituído por um leve odor de leite. Azedo.
Vivia sempre arrumada, aprumada, maquiada. Quando olho no espelho me vejo despenteada. Ainda estou de camisola.
E, nesses poucos momentos em que o bebê adormece não sei o que faço primeiro. Há tantas coisas para colocar em dia. Ler um livro, cuidar do cabelo, escutar Diana Krall, assistir a quinta temporada de Sex in the City. Fico perdida.
Porque ser mãe requer uma dose extra de energia. Requer também recursos internos suficientes para organização, auto-ajuda e auto-terapia (será que existe isso?).
Amigas? Ligo quando der. Marido? Hum... Juro que achei tê-lo visto a semana passada. Ou melhor, ontem. Para trocar as fraldas. Eu mesma? Ah... deixa para lá.
Sem tempo, sem vaidade, sem limites à própria vida.
Este tal ser mãe me tira do prumo. Bagunça as prioridades.
Pois é. Agora que sobrou um tempinho, a única coisa que consigo fazer... é ficar olhando para o anjinho.
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